Homem da Silva

O monólogo "HOMEM DA SILVA" discute o homem, seu meio e suas escolhas. 
 
Revela decisões tomadas em situações limite e suas consequências na vida de uma pessoa que tinha como meta maior, apenas o trabalho e o sustento de sua família. A tragédia na vida desse homem, muitas vezes engraçada pelo absurdo das situações apresentadas, é apontada e não se omite. Da Silva se depara com uma proposta de emprego inacreditável. Não um trabalho comum como os que estamos acostumados a ver. Mas sim, algo que vai além do que podemos considerar normal. 
 
Não tem mistério, mas é absurdo. Complicado? Um pouco. Complicado como a história de vida do personagem Paulo Emanuel, desempregado, casado, que para fugir do caminho da miséria, acaba aceitando um tipo de emprego que nunca, nenhum outro ser humano jamais trabalhou. Ninguém aceitaria. Ele não. Ele aceitou e colocou na balança o peso de sua dignidade. Até que ponto vai a dignidade humana? Você aceitaria esse tipo de trabalho? O espetáculo, simples na realização, é denso e intimista. É um convite para uma reflexão social. Uma realidade cruel embriagada de esperança, com uma pitadinha de fantástico.
 
FICHA TÉCNICA
 
Texto: Homem da Silva
 
Espetáculo solo: Sérgio Pardal 
 
Orientadora de ator: Ester Laccava
 
Iluminação e Sonoplastia: Bruno Natale
 
Cenário e Figurino: Sérgio Pardal
 
Duração: 60minutos
 
Classificação: 14 anos
 
Gênero: Tragédia Contemporânea
 
Fotos: Roberto Skora
 
Produção Executiva: Helaine Lima
 
Realização: Olhares Produções Artísticas
 
Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 
Telefone: 3455-2157
 

Semana Especial

Esta semana os Satyros terá uma semana especial, além dos espetáculos no espaço do Satyros Um, a companhia comemora os seus 25 anos no Itaú Cultural com uma mostra da sua trajetória com espetáculos, filme e debate e fará a abertura do IX Circuito de Teatro em Português. 

Confira a programação desta semana.

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Estreia de Hipóteses para o Amor e a Verdade no cinema

 

A longa metragem "Hipóteses para o amor e a verdade" estreia na 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

O primeiro longa do Satyros Cinema tem a sua estreia na 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, contando com três apresentações agendadas:

16/10 - Espaço Itaú de Cinema da rua Augusta, sala 4, 21h30

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OS QUE TÊM A HORA MARCADA - Novos horários

Oficina Livre de Interpretação – Módulo Mimético, ministrada pela Cia Os Satyros, apresenta a montagem da peça “Os Que Têm a Hora Marcada”, de Elias Canetti.


“Em um país fictício, a população vive em aparente tranquilidade. Como todos sabem exatamente quando vão morrer, conseguem programar sua existência. Identificadas não por nomes, mas por números que contabilizam os anos de vida, as pessoas recebem, ainda criança, uma cápsula que fica pendurada no corpo e na qual está marcada a exata hora da morte. A engrenagem emperra, porém, quando o personagem Cinquenta, insatisfeito com o sistema, começa a duvidar da forma de vida e inicia uma revolução. A mesquinhez e a falência dos valores humanos marcam o texto do búlgaro Elias Canetti (1905 – 1994), prêmio Nobel de Literatura de 1981.”

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O BALCÃO DE ALICE - Novos Horários

Oficina Livre de Interpretação – Módulo Mimético, ministrada pela Cia Os Satyros, apresenta a montagem da peça “O Balcão de Alice”, livremente inspirada na obra “O Balcão”, de Jean Genet.


“Em um lugar sórdido, as ilusões mais obscuras, os fetiches mais fantasiosos podem ser realizados. Irma, dona e cafetina do prostíbulo, o qual chama delicadamente de “Casa das Ilusões”, propõe aos seus “visitantes” uma verdadeira imersão à possibilidade de se ser o que não é. Lá, todos podem ser Bispos, Juízes, Generais, Bombeiros, vivendo assim, sob a imagem da aparência. Manipulando a todos sobre a revolução sangrenta que existe no mundo externo, Irma faz com que todos não se permitam sair do Bordel. Exceto Chantal, que, ao fugir, descobre um mundo diferente ao mundo que Irma a fez acreditar. Livremente inspirada na obra “O Balcão”, de Jean Genet, “O Balcão de Alice” traz uma crítica metafórica sobre a cultura do poder e da imagem.”

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show MEU NOME É MARISTELA

Pessoas Perfeitas acaba de ganhar o prêmio de melhor espetáculo do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA. Encerramos a temporada deste ano este final de semana passado, mas a personagem Maristela ficou e volta com o show bapho feliz delícia das Satyrianas, agora no formato original, música de câmara, no íntimo do teatro quente escuro. Giovanni Iasi é um violonista clássico phoderoso e Rebeca Friedmann tira um som lindo do seu violoncelo doce como ela, eles tem de ser ouvidos com acuidade, relevância e reverência. Às vezes, muitas vezes, a música enleva, sagra.... Mas não deixamos de lado o cabaré pop bagaceira neon Praça Roosevelt, não não. Foi na praça que a Maristela nasceu e a música boa voa pra todo lado. Músicas de fossa, amor não correspondido, amor apaixonado, dor de corno, dor de cotovelo, dor pra todo lado, amor amor amor e solidão. Maristela canta a solidão. A solidão que assombra e ronda quando vivemos numa cidade monstro. Mas ela também se diverte, joga com a gostosura, com a leveza, humor, o lado bobo da vida. Ela ri de si mesma, irônica sempre, bagaceira. Paradoxalmente Maristela é muito viva, paradoxal pra quem já a conhece do espetáculo. Somos muitos e variados eus, densas intensas personas loucas e roucas, complexas sempre. 'Perfeitos', não é assim? (Adriana Capparelli)
 
com Giovanni Iasi  violão e guitarra
        Rebeca Friedmann violoncelo
        Adriana Capparelli  Maristela
 
05 e 06 de dezembro,
sexta e sábado, 21hs,
Satyros Um
 
20,00 inteira
10,00 estudante e classe