NA REAL

O espetáculo juvenil “Na Real” partiu de uma investigação teatral de Os Satyros realizada com dez adolescentes da rede pública de ensino.

O espetáculo foi financiado pelo Itaú Cultural e terá 4 apresentação para o público em geral.

O processo de montagem do espetáculo foi desenvolvido em processo colaborativo, onde os jovens faziam depoimentos sobre os seus problemas do dia-a-dia, suas angústias, seus desejos e frustrações. A partir destes depoimentos e de improvisações feitas pelos próprios adolescentes, o espetáculo foi roteirizado e montado. Situações como bullying, desintegração familiar, alcoolismo (especialmente paterno), drogas, desinteresse escolar, gravidez na adolescência e outros temas candentes surgiram naturalmente durante o processo.

Após as apresentações, os jovens atores regularmente abrirão espaço para um bate-papo, onde eles e os espectadores poderão falar de suas questões pessoais e trocar informações, propondo uma maior conscientização de sua realidade e de cidadania.


SINOPSE
Na real é uma peça performática que tem em sua essência a intercessão de linguagens artísticas. Nossos adolescentes tinham contato com linguagens como a dança, música e circo dentro das fábricas de cultura de São Paulo. Nossa performance é o resultado dessa experiência, entrando no ritmo das vivências dos adolescentes, que doaram suas histórias para que o espetáculo se consumasse.

Ficha Técnica:

Coordenação Geral: Luíza Gottschalk

Direção: Rodolfo García Vázquez

Assistente de direção: Henrique Mello

Elenco: Aurea Rogatis, Bia Carvalho, Eric Teodoro, Leidiane Araújo, Ricardo Van Gogh, Nathy Scarvaglioni, Mirelle Alves, Vitor Noodle, Thainá Neri.

Produção Geral: Daniela Machado

Produção Executiva: Carina Moutinho

Assistente de Produção: Bruna Guimarães

Figurino: Paula Villas Boas

Cenário: Marcelo Maffei

Multimidia: Drodro

Iluminação: Gui Pereira

Tempo de duração: 45 minutos

 

No ESTAÇÃO SATYROS 

(Praça Roosevelt, 134)

Domingos, às 17h30, até dia 20/09

Mais informações: 11 3258 6345

Ingresso: Pague quanto poder.

 


Lançamento de livro

O publicitário Celso Loducca lança o livro "Grandes criativos", quinta-feira (5/3), às 20 horas na Casa do saber. A publicação é resultado de uma série de debates mediados por ele na Casa do Saber, em São Paulo, a fim de discutir a criatividade. Na ocasião, ele recebeu oito profissionais das mais diversas áreas com o objetivo de refletir sobre o processo criativo de cada um.

No dia do lançamento, Loducca promoverá um bate-papo com alguns dos seus entrevistados, como o diretor e dramaturgo Rodolfo García Vázquez, coordenador de Direção da SP Escola de Teatro, os escritores e roteiristas Alexandre Machado e Marçal Aquino, o artista visual Eduardo Srur, o jornalista Paulo Lima e o compositor Ronaldo Bastos.

Na obra, que é fruto de uma parceria entre Casa do Saber e Papirus Editora, estão registradas as entrevistas na íntegra, além das perguntas feitas pelo público presente no bate-papo. Além dos que comparecerão ao lançamento, o chef de cozinha Alex Atala e o designer Marcelo Rosenbaum compõem a relação de entrevistados.

Loducca conduz cada entrevista como se fosse uma conversa entre amigos que expõem suas particularidades no processo criativo. Ao transitar pelas áreas de gastronomia, teatro, artes plásticas, design, música, jornalismo e literatura, os criativos falam de suas inspirações e trajetórias profissionais de maneira descontraída e completam um diálogo produtivo e imperdível com Celso Loducca.

Serviço:

"Grandes criativos"
Organização: Celso Loducca
Editora: Papirus – selo 7 Mares
Preço: R$ 77,90
Páginas: 320

Lançamento:

Autógrafos e bate-papo: dia 5/3, às 20h, na Casa do Saber (Rua Dr. Mario Ferraz, 414, Jd. Paulistano – São Paulo). Com a presença de Celso Loducca, Alexandre Machado, Eduardo Srur, Marçal Aquino, Paulo Lima, Rodolfo García Vázquez e Ronaldo Bastos.

Módulo performativo - apresentações

Oficina de Interpretação dos Satyros - Módulo Performativo apresenta:

 

12 Horas

Das oito às seis, uma dose de Fluoxetina. Câmeras de segurança. Hora extra e um Diazepam para os nervos à flor da pele. As entranhas cuspindo ódio e falta de sentido. 12 horas de trabalho. 12 horas. Peça performativa que nasce da investigação do que constitui a mente urbana, de todos nós que aqui vivemos, e seus desvios.
Texto: Criação Coletiva.
Direção: Gustavo Ferreira e Tiago Leal.
Elenco: Alencar Silva, Babs Limiro, Bruna Guimarães, Daiane Brito, Diego Ribeiro, Eric Barros, Fábio Fadul, Gabriel Ramalho, Ivan Ferreira, Ju Alonso, Kawan Carvalho, Lenin Cattai, Murilo Carvalho, Pedro Bento, Sílvio Eduardo e Thiago Ribeiro.
Quando: Dom, 30/11 às 14h30 e Sáb, 06/12 às 23h59.

 

Genus

Aceitação, gênero, sexo, homem, mulher, travesti, androgenia, música, imagem, luz, constituição, religião, pó. O caminho é decidido mas nem sempre por nós. Quando estamos no útero somos algo, quando saímos deixamos de ser. Não haverá julgamento…Talvez apenas de quem assista.
Texto: Criação Coletiva.
Direção: Gustavo Ferreira e Suzana Muniz.
Elenco: Beatriz Torres, Bruna Fávero, Camila Cardoso, Daniel Falcão, Felipe Moretti, Fernando Soares, Isabela Cetraro, Jonatas Carvalho, Lucas Allmeida, Matheus Lípare, Patrícia Luna, Priscila Barros, Rafael Furtado, Raul Bz, Rebeca Flochi, Renato Lima, Scylla Miziara, Tatiana Nascimento.
Quando: Sex, 28/11 às 23h59 e Dom, 07/12 às 14h30.

 


Pulchrum

Um espetáculo-convenção dividido em três partes; o corpo, o corpo vs a alma e a morte da beleza. Através de um estudo semiótico, o espetáculo discute o que é o belo e o feio na contemporaneidade. Pulchrum (latim) – Adjetivo pul.chrum, neutro (feminino: pulchra), (masculino:pulcher) 1.bonito, belo; 2.puro; 3.lindo. Comparativo pulchrior, -ius Declinação nominativo em er/ur, a, um. Superlativo pulcherrimus, -a, -um.
Texto: criação coletiva.
Direção: Henrique Mello e Tiago Leal.
Elenco: Bel Friósi, Daniela Jeronimo, Elisa Barbosa, Emilli Batine, Flavio Sales , Hanna Perez, Hugo Godinho, Robson Martins, Rodrigo Banks, Rodriggo Silva e Vinicius Candoti.
Quando: Sáb, 29/11 às 23h59 e Dom, 07/12 às 16h.

 

Sinapse

Espetáculo híbrido que questiona e provoca a reflexão do mundo contemporâneo através de uma perspectiva ampla do conceito real vs virtual. Um cenário em que a virtualidade é essencial como contraponto à realidade. Estamos ao mesmo tempo aqui e lá. O que acontece quando o corpo se multiplica, não só em termos de tecnologia, mas também em processos psicológicos e emocionais?
Texto: Criação coletiva.
Direção: Henrique Mello e Suzana Muniz.
Elenco: Beth Freire, Billy Eustáquio, Cacau Francisco, Camila Prieto, Cassia Lopes, David Dines, Diego Bergocce, Lilibell Torrejón, Ricardo Fernandes, Paulo Afonso Sanches, Stephane Sousa.
Quando: Dom, 30/11 às 16h e Sex, 05/12 às 23h59.

SATYROS TEENS

O projeto com adolescentes desenvolvido pela companhia de teatro Os Satyros, é baseado nos fundamentos e métodos do projeto “Stay or Get Away”, desenvolvido na Alemanha pela instituição Interkunst em 2001, coordenado por Rodolfo García Vázquez. Em “Stay or Get Away”, adolescentes de vários países da Europa (Dinamarca, Alemanha e Polônia) se encontraram e criaram um espetáculo a partir de suas histórias e depoimentos pessoais, posteriormente, tal trabalho foi apresentado em todos estes países, com excelente repercussão
Desde 2010 o projeto tem sido desenvolvido pelo Satyros, com adolescentes da rede pública de ensino. Uma das idéias do projeto é promover  nos adolescentes a conscientização deseu próprio “eu” na sociedade, de forma a colaborar para a formação de cidadãos do futuro que se empenhem para a evolução da sociedade.
Geralmente os assuntos escolhidos por esses adolescentes dizem respeito a estrutura familiar fragmentada, alcóol, drogas, gravidez na adolescência, racismo, bullying, respeito ao próximo, entre tantos outros assuntos. Dessa forma, conseguimos fomentar o diálogo com esses jovens por meio do teatro, ampliando seus interesses à cultura.

Homem da Silva

O monólogo "HOMEM DA SILVA" discute o homem, seu meio e suas escolhas. 
 
Revela decisões tomadas em situações limite e suas consequências na vida de uma pessoa que tinha como meta maior, apenas o trabalho e o sustento de sua família. A tragédia na vida desse homem, muitas vezes engraçada pelo absurdo das situações apresentadas, é apontada e não se omite. Da Silva se depara com uma proposta de emprego inacreditável. Não um trabalho comum como os que estamos acostumados a ver. Mas sim, algo que vai além do que podemos considerar normal. 
 
Não tem mistério, mas é absurdo. Complicado? Um pouco. Complicado como a história de vida do personagem Paulo Emanuel, desempregado, casado, que para fugir do caminho da miséria, acaba aceitando um tipo de emprego que nunca, nenhum outro ser humano jamais trabalhou. Ninguém aceitaria. Ele não. Ele aceitou e colocou na balança o peso de sua dignidade. Até que ponto vai a dignidade humana? Você aceitaria esse tipo de trabalho? O espetáculo, simples na realização, é denso e intimista. É um convite para uma reflexão social. Uma realidade cruel embriagada de esperança, com uma pitadinha de fantástico.
 
FICHA TÉCNICA
 
Texto: Homem da Silva
 
Espetáculo solo: Sérgio Pardal 
 
Orientadora de ator: Ester Laccava
 
Iluminação e Sonoplastia: Bruno Natale
 
Cenário e Figurino: Sérgio Pardal
 
Duração: 60minutos
 
Classificação: 14 anos
 
Gênero: Tragédia Contemporânea
 
Fotos: Roberto Skora
 
Produção Executiva: Helaine Lima
 
Realização: Olhares Produções Artísticas
 
Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 
Telefone: 3455-2157
 

Homem da Silva

O monólogo "HOMEM DA SILVA" discute o homem, seu meio e suas escolhas. 
 
Revela decisões tomadas em situações limite e suas consequências na vida de uma pessoa que tinha como meta maior, apenas o trabalho e o sustento de sua família. A tragédia na vida desse homem, muitas vezes engraçada pelo absurdo das situações apresentadas, é apontada e não se omite. Da Silva se depara com uma proposta de emprego inacreditável. Não um trabalho comum como os que estamos acostumados a ver. Mas sim, algo que vai além do que podemos considerar normal. 
 
Não tem mistério, mas é absurdo. Complicado? Um pouco. Complicado como a história de vida do personagem Paulo Emanuel, desempregado, casado, que para fugir do caminho da miséria, acaba aceitando um tipo de emprego que nunca, nenhum outro ser humano jamais trabalhou. Ninguém aceitaria. Ele não. Ele aceitou e colocou na balança o peso de sua dignidade. Até que ponto vai a dignidade humana? Você aceitaria esse tipo de trabalho? O espetáculo, simples na realização, é denso e intimista. É um convite para uma reflexão social. Uma realidade cruel embriagada de esperança, com uma pitadinha de fantástico.
 
FICHA TÉCNICA
 
Texto: Homem da Silva
 
Espetáculo solo: Sérgio Pardal 
 
Orientadora de ator: Ester Laccava
 
Iluminação e Sonoplastia: Bruno Natale
 
Cenário e Figurino: Sérgio Pardal
 
Duração: 60minutos
 
Classificação: 14 anos
 
Gênero: Tragédia Contemporânea
 
Fotos: Roberto Skora
 
Produção Executiva: Helaine Lima
 
Realização: Olhares Produções Artísticas
 
Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 
Telefone: 3455-2157