AGENDA

PRÓXIMAS APRESENTAÇÕES

 

23/05 - Pessoas Perfeitas - São José do Rio Preto (às 20h, no Sesc Rio Preto)

EM POUCAS PALAVRAS

O que andam falando sobre...

"JULIETTE"

 

"Enquanto ainda gastamos saliva sobre a legalização do aborto, em um mimimi interminável de bedelhações sobre as decisões do próximo, (…) Os Satyros, (…) chegou abrindo um espacate na cara da sociedade, com sua peça Juliette, inspirada na obra do Marquês de Sade. Tia Pê que não é boba nem nada, foi conferir o espetáculo e Jesus-Maria-José, pessegóide, arrepia meu buço por fazer só de lembrar.” 
TiaPê, Pêssega D’Oro, mai/15

 

“A obra de Sade é para os Satyros seu cartão de visita. Foi a partir dela que, nos últimos vinte e cinco anos, provocaram uma ruptura monstruosa na forma de pensar a representação teatral. Julliete é mais um exemplo da coragem que significa fazer do risco o caminho.”
Samuel Leon, mai/15

 

“Com a montagem de Juliette, os Satyros completam um quarto de século de convivência com o Marquês. O espetáculo não só marca as bodas de prata sadianas do grupo, como também sua entrada na maioridade libertina. Vale comemorar!”
Eliane Robert Moraes, mai/15

 

Admirável empreitada essa transmutação de um romance filosófico, clandestino e de mais de mil páginas num teatro das sensações. Um espetáculo inovador que ousa reproduzir a panóplia sensorial sadeana. Um espetáculo que segue à risca o sensualismo radical de Sade, promovendo ao público uma sensação máxima da existência.”
Clara Castro, mai/15

 

“Os Satyros desta vez explodiu a minha cabeça!”
Kattia Basile, mai/15

 

"Juliete nos coloca nos porões da alma humana. Nos faz reconhecer que dentro de nós também tem as energias que mais reprimimos: o prazer da dor, o prazer da tortura, o prazer da morte. Tal como no passado, fazia as boas tragédias! Imperdível."
Newton Cannito, mai/15

 

"Uma visão impiedosa do ser humano marcada por momentos de uma delicadeza desconcertante como a cena que nos remete à florista cega de Luzes da Cidade. Libertinos chaplinianos! Bravos para Juliette!"
Lucius de Mello, mai/15

 

"Nos tira da nossa zona de conforto."
Rosa Braga, mai/15

 

"Um ritual dionisíaco. Uma orquestra de corpos , sons, luzes e talentos afinados, com uma energia incrível... Uma experiência única, de uma plasticidade ímpar, capaz de mobilizar nossos sentidos e reverberar em nossa memória, mesmo depois que a luz se apaga. Magnífico! Imperdível!"
Nildo da Costa, mai/15

 

"Abaixo da praça Roosevelt, está o nosso melhor do pior! Maravilhoso! Bravo!"
Fabiano Muniz, mai/15

 

"Satyros sempre surpreendendo."
Leandro Santana, mai/15

 

"Os Satyros, como sempre, incrível, sensacional, apaixonante."
Tathyana Szmidziuk, mai/15

 

"Pra quem viu a trilogia Sade, não pode perder esta 'Juliette'."
Jaime Souza, mai/15

"Os Satyros em sua melhor forma! Quando você pensa que eles ja fizeram tudo, aparece este 'Juliette'." 
Guilherme Servulo, mai/15

 

"Alucinante! Tocante!"
Miss Falbel, mai/15

 

Maravilhoso!"
Gisele Winter, mai/15

 

"Muito bom!"
Marcelo Mota, mai/15

 

"Vi e recomendo."
Danilo Mendes, mai/15

 

"Intenso, polêmico e provocante (...) com um trabalho físico de igual intensidade e um cenário composto apenas pelos corpos dos atores, a peça traz ao público uma verdadeira experiência sensorial..."
Kultme, abr/15

 

"E no subsolo de São Paulo habita a apaixonante Juliette. Incrível! Incrível!" 
Felipe Ferrimann, abr/15

 

"Um espetáculo apaixonado e apaixonante. Imperdível!"
Cacá Rosset, abr/15

 

"Uma aula e uma abertura de reflexão acerca das múltiplas possibilidades cênicas e dramatúrgicas que rondam nosso ofício. E que texto. Absolutamente atual, incisivo e desafiador. Um soco no estômago e um final deslumbrante e emocionante!"
Fabiano Muniz, abr/15

 

"Imbativel e perturbador, 'Juliette' já é o melhor espetáculo do ano."
Barbara Moron, abr/15

 

"Um dos melhores elencos dos Satyros, 'Juliette' é prova que o teatro está vivo, sim senhor!"
Rodrigo Scapellini, abr/15

 

 

E você já assistiu? Já deu sua opinião? 

Confira os horários e o serviço do espetáculo no "Em Cartaz"!

QUINTA DE SADE

“Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem perigo.”
"Tudo é bom quando é excessivo"

Marquês de Sade.

Se "Histoire de Juliette, ou les Prospérités du vice", obra que inspira nossa peça "Juliette", foi publicada no anonimato no século XVIII, nessa quinta (dia 14), nós escancaramos a porta do nosso espaço para receber "A Felicidade Libertina" e "Os Libertinos de Sade", livros inspirados no Marquês. O lançamento dos livros das autoras Eliane Robert Moraes e Clara Castro, pela Editora Iluminuras, acontece a partir das 18h30 e logo depois, às 21h, o espetáculo "Juliette" será apresentado para finalizar a ode libertina.

Sobre a peça:
"Um espetáculo que segue à risca o sensualismo radical de Sade, promovendo ao público uma sensação máxima da existência."
Clara Castro, autora de "Os Libertinos de Sade".

“Com a montagem de Juliette, os Satyros completam um quarto de século de convivência com o Marquês. O espetáculo não só marca as bodas de prata sadianas do grupo, como também sua entrada na maioridade libertina. Vale comemorar!”
Eliane Robert Moraes, autora de "A Felicidade Libertina".

“A obra de Sade é para os Satyros seu cartão de visita. Foi a partir dela que, nos últimos vinte e cinco anos, provocaram uma ruptura monstruosa na forma de pensar a representação teatral. Julliete é mais um exemplo da coragem que significa fazer do risco o caminho.”
Samuel Leon, Editora Iluminuras

 

A CASA DA LIBERTINAGEM

Satyros abrem novo espaço na Roosevelt com Tetralogia Libertina

No dia 17 de abril Os Satyros abriram seu novo espaço na Praça Roosevelt, o Estação Satyros, onde anteriormente funcionava o Espaço dos Satyros II, em uma parceria com o escritório de arquitetura Arkitito.

A inauguração do novo espaço foi marcada pela estreia da nova produção da companhia, a peça “Juliette”, parte da Tetralogia Libertina que o grupo pretende montar no decorrer deste ano.

 

O Fechamento do Espaço dos Satyros II

Em janeiro de 2013, após oito anos de funcionamento do Espaço dos Satyros II com intensa programação de atividades, a companhia se viu obrigada a encerrar as atividades do Espaço, devido a uma série de fatores, entre os quais: dificuldades econômicas de manutenção do espaço, necessidade de reforma urgente das instalações e falta de estrutura financeira para desenvolvimento de novas produções no local.

Apesar do fechamento, Os Satyros tentaram junto aos proprietários uma série de tratativas com o fim de reabri-lo em condições mais adequadas para o seu funcionamento. Durante estes dois anos, pensamos em uma série de alternativas e tentamocxs alguns apoios pontuais para a viabilização do espaço, tendo em vista a importância do trabalho cultural dos Satyros na região da Praça Roosevelt e a importância que esta tem na cena cultural da metrópole.

Finalmente, em agosto de 2014 conseguimos chegar a um acordo com os proprietários e definimos a abertura de um novo espaço cultural no local. Chamado de Estação Satyros, o local será um espaço para as artes em geral, com exposições, performance, música e teatro.

Contando com a parceria do escritório de arquitetura Arkitito, do arquiteto Tito Ficarelli, o espaço foi totalmente reformado, contando com novas instalações para o desenvolvimento de atividades culturais variadas, além da grade de programação teatral intensa que deve ser retomada, agregando mais cultura à já agitada Praça Roosevelt.


A Tetralogia Libertina

“Sade é um filósofo e, a seu modo, um moralizador, atacá-lo seria como atacar Jean Jacques Rousseau nas ‘Confissões’.”
Jean Cocteau

“…Se Sade não tivesse existido, teria de ter sido inventado…”
Georges Bataille

Para a abertura do Estação Satyros, a companhia definiu a realização da Tetralogia Libertina, a partir da obra do Marquês de Sade. O projeto conta com a estreia oficial de “Juliette” e a remontagem de três produções clássicas dos Satyros: “A Filosofia na Alcova”, “Os 120 Dias de Sodoma” e “Justine”. O projeto se estenderá durante o ano de 2015 e não conta com apoios oficiais e nenhuma forma de patrocínio.  

O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse.

Nascido em Paris, pertencia à aristocracia francesa decadente do século XVIII. Ingressou no Exército e voltou da Guerra dos Sete Anos como capitão de cavalaria. Sua natureza sexual perversa o levou a várias ocorrências policiais,  tendo sua primeira prisão ocorrido em Aix-en-Provence, quando torturou prazeirosamente uma moça. Condenado à morte, foi indultado por interferência da família. Estes casos se repetiram em várias outras cidades como em Arcueil e Marselha. Várias vezes preso, sempre conseguia evadir-se, até ser preso definitivamente em Vincennes (1777), de onde foi transferido para a prisão da Bastilha (1784). Ficou internado no hospício de Charenton (1789-1790, 1801-1814) até a morte. Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.

Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem.

A Heroína de Sade

 

 

Considerada uma das personagens femininas mais polêmicas da história da literatura, a obra foi publicada sob anonimato entre 1797 e 1801 em seis volumes. Esta obra correspondia originalmente à segunda parte de La Nouvelle Justine (1797). A Juliette do título é a irmã de Justine, uma heroína libertina que vive aventuras as mais variadas, ostentando uma vida bem sucedida, ao contrário da sua virtuosa e desafortunada irmã Justine. Embora seja criada num convento, Juliette é corrompida desde os 13 anos e embarca numa aventura que inclui praticamente todos os tipos de depravação física e moral. A corrupção, as orgias, as traições e assassinatos cometidos por Juliette durante suas aventuras se inserem em um pensamento libertino complexo e bastante desenvolvido durante toda a obra. Considerada uma obra fulcral dentro da trajetória de Sade, “Juliette” pode dialogar perfeitamente com o momento atual brasileiro, onde a crise das instituições e da moral nos leva a um confronto com contornos ainda a serem definidos. 

A montagem dos Satyros pretende realizar uma abordagem não cronológica da vida de Juliette, com o debate dos textos filosóficos que rondam o romance de Sade, trazendo à tona os aspectos mais corrosivos de sua abordagem da humanidade, discutindo o papel da mulher na sociedade contemporânea.

 

Estação Satyros                                                                                               

                                                              

Idealização: Satyros e Arkitito
Arquiteto responsável: Tito Ficarelli
Coordenação geral de projeto: Luiza Gottschalk

 

Juliette

Texto: Nina Nóbile e Rodolfo García Vázquez, a partir da obra do Marquês de Sade
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistência de direção: Gustavo Ferreira e Henrique Mello
Elenco: Bel Friósi, Bruna Guimarães, Daiane Brito, Diego Ribeiro, Eric Barros, Felipe Moretti, Fernando Soares, Flavio Sales, Janaína Arruda, Lenin Cattai, Lucas Allmeida, Renato Lima, Ren’Art, Ricardo Fernandes, Rodrigo Banks, Sabrina Denóbile, Silvio Eduardo, Stephane Sousa

Figurinos: Carol Carvalho e Bia Pieratti Bueno
Cenários: Marcelo Maffei
Trilha Sonora: Henrique Mello e o coletivo
Iluminação: Guilherme Pereira
Produção: Carina Moutinho
Fotos: André Stéfano

Serviço

Espetáculo: Juliette
Estreia: 17 de abril, 21h.
Onde: Estação Satyros (Praça Roosevelt, 134 - Consolação)
Temporada: quinta a domingo às 21h, até 30 de junho.
Ingresso: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada)
Duração: 90 minutos
Classificação: 18 anos
Informações e reservas: 3258.6345 / 3231.1954

Meu Mundo Preto e Branco - Satyros I

A Cia de Teatro Os Satyros apresenta novo projeto teen no Satyros I domingos às 16h00, um espetáculo fruto de um intenso trabalho com jovens dos 16 aos 18 anos.

Meu mundo preto e branco é uma performance intensa, elaborada a partir das vivências significativas dos próprios integrantes do grupo de adolescentes que protagoniza a performance. De nossas histórias pessoais extraímos acontecimentos marcante, tanto para o público quanto para o próprio elenco como experiências relativas a estupro, paixões, liberdade, fatos reais que transgridem as barreiras sócio -culturais impostas e se transformam em expressão artística.

Seja bem vindo ao Nosso Mundo.

Coordenação Geral: Rodolfo Vázquez García
Direção: Luiza Gottschalk
Assistente de direção: Tiago Leal
Produção Geral: Daniela Machado
Produção Executiva: Carina Moutinho
Assistente de Produção: Bruna Guimarães
Arte Educador: Nicole Campanella
Figurino: Paula Villas Boas
Cenário: Marcelo Maffei
Multimidia: Drodro
Iluminação: Gui Pereira
Elenco: Alex de Jesus, Ana Carolina Ferreira, Andressa Ruppenthal, Deborah Laryssa, Dennys Leite, Hoshi, Koka, Sthefane Silva.
Agradecimentos: Carlos Eduardo Povinha, Edina dos Santos, Efrem Colombani, Fernanda Henrique de Oliveira, , Peter Gottschalk, Roseli dos Santos, Tito Ficarelli

SERVIÇO

Domingo 16h

Satyros I

Ingresso: Pague quanto poder.

Apenas até dia 19/09